INTEGRIDADE DE DADOS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA


POR MARIANA MÜLLER

As soluções tecnológicas avançam freneticamente e estão cada vez mais convergentes e integradas. Softwares e conceitos como indústria 4.0, IoT (internet of things), big data, data analytics, SaaS (software as a service), IaaS (infrastructure as a service), cloud computing, PAT (process analytical technology), MES (manufacturing execution system), EBR (electronic batch record), virtualização, entre outros, já são realidade e ao mesmo tempo estão em constante evolução.

Quando se trata de tecnologia da informação nos referimos ao profissional de TI, que é o responsável por gerenciar as informações em uma organização, criando e distribuindo-as em redes de computadores, além de lidar com processamento de dados, engenharia de software, informática, hardwares e softwares.

Na indústria farmacêutica, esse profissional está conectado a todas as etapas do processo produtivo. Da pesquisa à fabricação, passando por registro, pós-registro e outros aspectos, e em cada elo da cadeia produtiva que é gerada informação. Por essa razão, o conceito de “integridade de dados” ganhou mais relevância nos últimos tempos, notadamente por causa da informatização e digitalização de sistemas.

O processo de coleta e armazenamento de tais dados, porém, pode ser encarado como um desafio pelas empresas do setor, uma vez que ele é fundamental para manter as boas práticas de fabricação, para analisar os riscos com cada vez mais assertividade e para garantir a credibilidade, a qualidade e a conformidade dos processos produtivos dentro de todo o segmento.